CPI dos Ônibus CPI dos Ônibus CPI dos Ônibus

Opinião

Juliana Corrêa: "diferença gritante entre ônibus nas diversas áreas da cidade"

"Em minhas constantes viagens pelo Rio e arredores pude observar que há uma diferença gritante entre a regularidade de horários e número de ônibus circulando nas diversas áreas da cidade. Ônibus lotado “tipo lata de sardinha” não são constantes na zona sul do Rio de Janeiro. Mas basta escolher uma linha que sirva à baixada fluminense ou que ligue a zona sul à zona norte e oeste da cidade, que será possível observar absurdos inimagináveis."

Rafael Cuellar: "CPI como ponto de partida para mudanças"

No último ano tenho utilizado frequentemente as seguintes linhas de ônibus: 600, 601, 606, 341, 368, 390, 422, 455, 433, 438, 439, 232, 238, 413 e 415. Quase diariamente utilizo as seguintes: 422 e 455. Como estudo na UFF, tenho utilizado com frequência o serviço das barcas. Além disso, utilizo também com certa frequência o metrô, principalmente a linha 1, mas eventualmente também a linha 2. Sobre os ônibus, posso dizer que todas as linhas apontadas acima apresentam péssimo serviço, com destaque para os fatores abaixo relacionados:

Bernardo Aibinder: "o desafio é manter mobilização forte"

"A mobilização pela CPI dos Ônibus foi sem precedentes! Conseguimos aproveitar a conjuntura política favorável criada pelas manifestações populares com uma orientação pragmática e emplacamos, pela primeira vez, essa CPI. O desafio agora é manter a mobilização forte para acompanhar os trabalhos durante o mês de agosto." 

Ana Célia: "ônibus sai da Central sempre lotado"

“Na época das eleições, até melhorou. Tinha mais ônibus. O serviço está muito pior agora. O ônibus só sai da Central quando está lotado, com gente saindo pelo ladrão. E a espera aumentou muito.  Tem menos ônibus nesta linha.  Saio de casa às 5h e já chego na Central estressada, preocupada se ainda vai dar tempo de usar meu bilhete único.” Ana Célia Marques – usuária da Linha 06 Central – Santa Teresa.

Paulo Pinheiro: "grito de insatisfação foi estopim da CPI"

“Em regimes democráticos, as decisões são tomadas de acordo com a vontade da maioria. Eleições, referendos, plebiscitos e outros termos que estão na moda desde a recente mobilização popular, nada mais são do que instrumentos de democracia que visam gerar representatividade, cada qual à sua maneira. No entanto, democracia não pode virar uma “ditadura da maioria”. Toda minoria deve ter seus direitos garantidos.

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Por que Eliomar deixou a CPI

  • Por que Eliomar deixou a CPI
    Desde os primeiros passos para concretizar a instalação de uma CPI legítima, ficou evidente o embarreiramento no sentido de travar a minha participação efetiva. Os quatro membros indicados que fazem parte da base do governo – e não subscreveram o requerimento da comissão – se apropriaram da CPI, inviabilizaram sua legitimidade e minha contribuição.   Relato, aqui, os fatos que reforçam os motivos porque me vi obrigado a deixar a CPI, não sem antes denunciar, publicamente, as tentativas de golpe contra a investigação das empresas de ônibus e apelar para recursos regimentais e jurídicos a fim de garantir que vereadores…
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