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(Extra)

A empresa contratada pela Prefeitura do Rio para fazer um estudo sobre o valor das passagens de ônibus corrigiu o resultado divulgado. De acordo com a PricewaterhouseCoopers (PwC), a tarifa deveria custar R$ 3,38 no fim de 2015 e não R$ 4,05, como a prefeitura tinha dito anteriormente.

O representante da PwC, Ronaldo Matos, afirmou, em audiência na CPI dos Ônibus na Câmara municipal do Rio, que o estudo ainda foi realizado sobre dados não auditados, ou seja, os técnicos não tinham certeza se aquelas informações eram verdadeiras.

— Fizemos as nossas análises de custeio. Custo de ônibus, custo de combustível, de diesel, lubrificante, peças. No início de fevereiro, eu entreguei o relatório com a tarifa média de R$ 3,38. Essa foi a conclusão do trabalho da Price naquele momento —disse Ronaldo Matos.

No fim de 2015, a passagem custava R$ 3,40 e serviu de base para o estudo que deveria mostrar que a tarifa deveria ter o valor de R$ 3,38.

O atual secretário de Transportes, Rubens Teixeira, também participou da reunião e tentou explicar como a Prefeitura do Rio chegou ao valor de R$ 4,05.

— Não foi a Price, que não tem absolutamente nada a ver com isso, devo dizer, foi o cálculo feito com a formula paramétrica para se ter uma ideia, uma estimativa. Dentro do que se pode fazer foi a atualização da onde se chegou a esse valor. Mas é apenas uma estimativa, na busca de um numero de equilíbrio que pudesse ser colocado na mesa. Então foi exatamente isso — disse o secretário.

A prefeitura informou que fará um novo contrato para que a empresa de consultoria faça um novo cálculo do valor das passagens. Dessa vez, levando em consideração os dados de 2017 que as empresas fornecem à prefeitura. Na segunda-feira, foi publicado no Diário Oficial que o valor cobrado pela consultoria será de R$ 2,5 milhões.

Do G1

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